Porquinho-da-Índia (por Manuel Bandeira)



“Quando eu tinha seis anos
Ganhei um porquinho-da-índia.
Que dor de coração eu tinha
Porque o bichinho só queria estar debaixo do fogão!
Levava ele pra sala
Pra os lugares mais bonitos, mais limpinhos,
Ele não se importava:
Queria era estar debaixo do fogão.
Não fazia caso nenhum das minhas ternurinhas…
- O meu porquinho-da-índia foi a minha primeira namorada.”

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Sobre Pedro Gabriel

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6 respostas para Porquinho-da-Índia (por Manuel Bandeira)

  1. Um dos meus favoritos de Bandeira, adoro esse poema.

  2. Aliás me veio a dúvida, eu acho que memostraram esse poema sendo do Quintana.

  3. Luci Dourado disse:

    Gente, eu amo esse poema! Sempre nos momentos mais inesperados me vem essa frase final que pra mim conjuga a inocência da infância com a ternura. Como é belo! Adorável!!!

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