Arquivo da tag: (des)Amor

Palhaço (executado por Baden Powell)

“Sei que é doloroso um palhaço Se afastar do palco por alguém Volta, que a plateia te reclama Sei que choras palhaço Por alguém que não lhe ama. Enxuga os olhos E me dá um abraço Não te esqueças Que … Continuar lendo

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Nel mezzo del camin… (por Olavo Bilac)

“Cheguei. Chegaste. Vinhas fatigada E triste, e triste e fatigado eu vinha. Tinhas a alma de sonhos povoada, E a alma de sonhos povoada eu tinha… E paramos de súbito na estrada Da vida: longos anos, presa à minha A … Continuar lendo

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Soneto Inglês n° 1 (por Manuel Bandeira)

“Quando a morte cerrar meus olhos duros – Duros de tantos vãos padecimentos, Que pensarão teus peitos imaturos Da minha dor de todos os momentos? Vejo-te agora alheia, e tão distante: Mais que distante – isenta. E bem prevejo, Desde … Continuar lendo

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Porquinho-da-Índia (por Manuel Bandeira)

“Quando eu tinha seis anos Ganhei um porquinho-da-índia. Que dor de coração eu tinha Porque o bichinho só queria estar debaixo do fogão! Levava ele pra sala Pra os lugares mais bonitos, mais limpinhos, Ele não se importava: Queria era … Continuar lendo

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aMuro

  “Entre l’homme et la femme, Il y a l’amour. Entre l’homme et l’amour, Il y a un monde. Entre l’homme et le monde, Il y a un mur.” (Versão de Jacques Lacan, encontrada no seminário “O Saber do Psicanalista”, … Continuar lendo

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Necrológio dos Desiludidos do Amor (por Drummond)

“Os desiludidos do amor estão desfechando tiros no peito. Do meu quarto ouço a fuzilaria. As amadas torcem-se de gozo. Oh quanta matéria para os jornais. Desiludidos mas fotografados, escreveram cartas explicativas, tomaram todas as providências para o remorso das … Continuar lendo

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Tristeza no Céu (por Carlos Drummond de Andrade)

“No céu, também, há uma hora melancólica Hora difícil em que a dúvida penetra as almas Por que fiz o mundo? Deus se pergunta e se responde: “Não sei” Os anjos olham-no com reprovação e plumas caem Todas as hipóteses … Continuar lendo

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