Arquivo da tag: VidAmor

O Anel de Vidro (por Manuel Bandeira)

“Aquele pequenino anel que tu me deste, – Ai de mim – era vidro e logo se quebrou… Assim também o eterno amor que prometeste, – Eterno! era bem pouco e cedo se acabou. Frágil penhor que foi do amor … Continuar lendo

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Baleia (por Graciliano Ramos)

“A cachorra Baleia estava para morrer. Tinha emagrecido, o pêlo caíra-lhe em vários pontos, as costelas avultavam num fundo róseo, onde manchas escuras supuravam e sangravam, cobertas de moscas. As chagas da boca e a inchação dos beiços dificultavam-lhe a … Continuar lendo

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Quero o Ignorado (por Fernando Pessoa)

“Quero ignorado, e calmo Por ignorado, e próprio Por calmo, encher meus dias De não querer mais deles. Aos que a riqueza toca O ouro irrita a pele. Aos que a fama bafeja Embacia-se a vida. Aos que a felicidade … Continuar lendo

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Tema e Voltas (por Manuel Bandeira e Edward Munch)

“Mas para quê tanto sofrimento, se nos céus há o lento deslizar da noite? Mas para quê tanto sofrimento, se lá fora o vento é um canto na noite? Mas para quê tanto sofrimento, se agora, ao relento, cheira a … Continuar lendo

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Obrigado a todos vocês, meus amigos

Drummond (sempre ele) nos garante que brota sempre uma centelha de vida onde os homens se sentam juntos e este blog, para meu deleite, tem sido uma fornalha de vida (não só a mim mas) a todos os que livremente … Continuar lendo

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À Une Raison (por Arthur Rimbaud)

“Un coup de ton doigt sur le tambour décharge tous les sons et commence la nouvelle harmonie. Un pas de toi, c’est la levée des nouveaux hommes et leur en-marche. Ta tête se détourne : le nouvel amour ! Ta … Continuar lendo

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Vinte e cinco anos depois, vinte e cinco vivas a “Os Mortos”

Os Vivos e os Mortos (The Dead, 1987) é um filme extraordinário de um diretor excepcional. Foi dirigido pelo americano John Huston, nascido na pacata Nevada de 1906, há exatos 25 anos, tendo envelhecido muito bem (ambos, aliás, criatura e … Continuar lendo

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