Arquivo do mês: janeiro 2011

No meio do caminho… (por Carlos Drummond de Andrade)

“No meio do caminho tinha uma pedra tinha uma pedra no meio do caminho tinha uma pedra no meio do caminho tinha uma pedra. Nunca me esquecerei desse acontecimento na vida de minhas retinas tão fatigadas. Nunca me esquecerei que … Continuar lendo

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O Lutador (por Carlos Drummond de Andrade)

“Lutar com palavras é a luta mais vã. Entanto lutamos mal rompe a manhã. São muitas, eu pouco. Algumas, tão fortes como o javali. Não me julgo louco. Se o fosse, teria poder de encantá-las. Mas lúcido e frio, apareço … Continuar lendo

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Viver! (por Machado de Assis)

Tenho a felicidade de pagar agora, com o preço do meu escasso tempo, um dos muitos cheques sem fundo que emiti desde a abertura deste blog. Explico-me: prometi há tempos fazer referência aos meus orixás de cabeça, aqueles que sustentam … Continuar lendo

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O Mito (por Drummond)

  O Mito [Escrito e Narrado por Carlos Drummond de Andrade] by lituraterre “Sequer conheço Fulana, vejo Fulana tão curto Fulana jamais me vê, mas como eu amo Fulana. Amarei mesmo Fulana? ou é ilusão de sexo? talvez a linha … Continuar lendo

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O meu próprio Rio

Resido num condomínio de nome gracioso: Morada dos Rios. A cada bloco compete o nome de um rio europeu célebre: Danúbio, Tamisa, Sena, Tejo e (o mais longo rio europeu onde reino silencioso lá do topo da pequena torre de … Continuar lendo

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Lisbon Revisited (por Fernando Pessoa)

  “Não: não quero nada. Já disse que não quero nada. Não me venham com conclusões! A única conclusão é morrer. Não me tragam estéticas! Não me falem em moral! Tirem-me daqui a metafísica! Não me apregoem sistemas completos, não … Continuar lendo

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O Rio (por Guimarães Rosa)

Em visita recente ao Brasil a fim de promover seu mais recente livro de contos, arguido sobre qual a melhor narrativa curta lida em nosso vernáculo o escritor moçambicano Mia Couto respondeu que o texto abaixo é o melhor conto … Continuar lendo

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