Arquivo do mês: agosto 2011

Juliana Albuquerque Katz, o Segundo Verso de Minha Irreparável Solidão

Passar anos sem ter com quem falar a própria língua é um exílio agudo dentro do próprio silêncio, diz Affonso Romano iniciando sua imorrível crônica. Com este mote homenageio menos o cronista mineiro e mais Juliana Albuquerque Katz, minha “outra Dinamarquesa”: … Continuar lendo

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Tom Peixim

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Poema de Dia dos Pais

Poema de Finados (por Manuel Bandeira) ———————————————– “Amanhã que é dia dos mortos Vai ao cemitério. Vai E procura entre as sepulturas A sepultura de meu pai. Leva três rosas bem bonitas. Ajoelha e reza uma oração. Não pelo pai, … Continuar lendo

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Paiversão (père-version)

Nos idos tardios do ano de 1969 (apenas alguns meses depois do intenso 68), Lacan redige um escrito de extensão miúda no qual tematiza as utopias comunitárias e opina sobre seu fracasso (delas, das utopias de massa). Para Lacan, o … Continuar lendo

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Álbum de Família

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O Nascimento da Nova França

É de uma doçura às vezes fácil isso de ir aprendendo devagar e displicentemente a se guiar nesta vida tropeçando o mínimo. Às vezes, entretanto (quase sempre), viver se mostra uma coisa que vai acontecendo triste e propensa ao naufrágio … Continuar lendo

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Mascarada (por Manuel Bandeira)

“Você me conhece? (Frase dos mascarados de antigamente) – Você me conhece? – Não conheço não. – Ah, como fui bela! Tive grandes olhos, que a paixão dos homens (estranha paixão!) Fazia maiores… Fazia infinitos. Diz: não me conheces? – … Continuar lendo

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