Arquivo do mês: agosto 2010

1938

Quando estudava Diplomacia em Londres, o poeta Vinícius de Moraes escreveu uma amargurada missiva à sua então noiva Tati de Moraes falando de seu confinamento na fria Inglaterra dos anos 30. Para o poeta, sua estadia era mais que um … Continuar lendo

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Aos de Casa (por Vinícius de Moraes)

“Este caderno é meu. E é proibido Arrancar “issozinho” do caderno. Pra quem tiver a “ursada” cometido – – caldeiras de aço líquido – no inferno! Quem de “papel” tiver necessidade Por “aperto” ou razões outras quaisquer Há muitas papelarias … Continuar lendo

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A Mó de Moinho e o Maquinismo Sujo do Amor

O ser humano nasceu para o fracasso. A glória o deturpa, desfigura. Qualquer mínima conquista (como dizia o Anjo Pornográfico) por menor que seja empalha o conquistador como se ele tivesse dentro de si algodão ao invés de vísceras vivas. … Continuar lendo

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Dom Quixote (por Gustave Doré)

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Elegia (por Drummond)

“Ganhei (perdi) meu dia. E baixa a coisa fria também chamada noite, e o frio ao frio em bruma se entrelaçam, num suspiro.E me pergunto e me respiro na fuga deste dia que era mil para mim que esperava, os … Continuar lendo

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Um Pouco Antes (por Ferreira Gullar)

“Quando já não for possível encontrar-me em nenhum ponto da cidade ou do planeta pensa ao veres no horizonte (…) uma nesga azul de céu que resta alguma coisa de mim por aqui Não te custará nada crer que sorrio … Continuar lendo

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A Dor da Espera

Ai, quem me dera chegar a primavera Dos sabores e cheiros, da fruta e do jasmim E da vida, esta estranha dona, se gozasse tanto Que a dor que estala sumisse de mim. Ai, quem me dera ver nascer a … Continuar lendo

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