Fragmento de Nova Antologia Poética (por Quintana)

Quintana, em um restaurante de Alegrete, antes de nossas puritanas leis o proibirem de (fumando) suspirar em segredo

“Oh! aquele menininho que dizia
“Fessora, eu posso ir lá fora?”
Mas apenas ficava um momento
Bebendo o vento azul…
Agora não preciso pedir licença a ninguém.
Mesmo porque não existe paisagem lá fora:
Somente cimento.
O vento não mais me fareja a face como um cão amigo…
Mas o azul irreversível persiste em meus olhos.”

Anúncios

Sobre Pedro Gabriel

www.lituraterre.com
Esse post foi publicado em Mundo, vasto mundo..., Passagem das Horas, Poesia, Tempo e marcado , , , , , . Guardar link permanente.

2 respostas para Fragmento de Nova Antologia Poética (por Quintana)

  1. Algo que as vezes tenho medo de perder. Esse azul.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s