Fragmento de Nova Antologia Poética (por Quintana)

Quintana, em um restaurante de Alegrete, antes de nossas puritanas leis o proibirem de (fumando) suspirar em segredo

“Oh! aquele menininho que dizia
“Fessora, eu posso ir lá fora?”
Mas apenas ficava um momento
Bebendo o vento azul…
Agora não preciso pedir licença a ninguém.
Mesmo porque não existe paisagem lá fora:
Somente cimento.
O vento não mais me fareja a face como um cão amigo…
Mas o azul irreversível persiste em meus olhos.”

3 comentários Adicione o seu

  1. Algo que as vezes tenho medo de perder. Esse azul.

    1. Pedro Gabriel disse:

      Poeta, esse azul é o que nos mantém vivos. Perdê-lo equivale a padece.

      1. Juuh D'arc disse:

        Ainda com relação a o texto 1,o vocabulário “persiste” se opõe ,em sentido ,ao vocábulo?

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