Horror (Quintana e Munch)

O Grito (Skrik no original) do norueguês Edvard Munch (1893)

O Grito (Skrik no original) do norueguês Edvard Munch (1893)

 

“Horror: Com os seus OO de espanto, seus RR guturais, seu hirto H, HORROR
é uma palavra de cabelos em pé, assustada da própria significação.”

(texto de Mario Quintana para o Caderno H)

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Sobre Pedro Gabriel

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4 respostas para Horror (Quintana e Munch)

  1. Carolis disse:

    Outra vez ele, o Quintana. =)
    Curiosa definição… me fez pensar quão legítima é esta condição de espanto, quiçá um crivo de humanidade.
    Horrível é perceber que no show de horror que vivemos parece mais e mais parca a capacidade de horrorizar-se.

    • Pedro Gabriel disse:

      Doce Carol, concordo visceralmente com você. Um dos traços de nossa desumanidade crescente é esse constante sentimento de que tudo está bem. Nada mais espanta, nada mais horroriza, isso em si já é horrível. Obrigado pelos seus comentários que engrandecem o Blog.

  2. Marijô disse:

    Preciso o Quintana. O Munch jamais poderia imaginar que esse grito, hoje, provoca risos nas crianças…

    • Pedro Gabriel disse:

      O Tempo é especialista em vulgarizar as grandes obras, todas elas. Crianças hoje não têm medo de nada, nem de bicho papão nem de castigo. Os mistérios do mundo se iluminaram e hoje são faca que não corta. Não há mais noite e essa é a pior coisa que podia ter nos acontecido.

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