2011

O tempo que rói mortos e vivos é criação imaginária. Turbilhão desses criados para nos triturar os miolos com o açoite de algo que inexoravelmente passa (sem reversibilidade possível) e que nos impele ao gozo. É preciso aproveitar o carnaval, conhecer o mundo, namorar mais de cem, tomar todas as drogas, casar e descasar, morrer…