Cem de Noel

Alguns afazeres mais urgentes que prazerosos me impediram de registrar merecidamente, em formato de crônica, o centenário do nascimento do meu querido Noel Rosa. Precisaria de algumas horas para esboçar com justiça como o poeta de Vila Isabel foi o responsável pelo formato do Samba tal como o conhecemos hoje e como sua vida, consumida como uma chama breve inteiramente devotada ao que lhe dava prazer, é absurdamente admirável. Como homenagem simples ao maior compositor de nossa história reproduzo abaixo o único registro em vídeo de Noel (de pé, com o violão) ao lado do seu conjunto: o Bando de Tangarás. Ao seu lado João de Barro (o Braguinha, cantor e violonista), Almirante (sentado com o pandeiro), Alvinho (violonista) e Henrique Brito (violonista e cantor). O registro tem data aproximada de 1929, doze anos depois que Donga batiza o samba gravando Pelo Telefone. Enfim: Noel e Samba são assuntos que retornarão. Deixo então Noel para matar nossa saudade e preencher um pouco desse vazio imenso que reside hoje na música.

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Sobre Pedro Gabriel

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