Marx, Freud e Nietzsche: revolução ou subversão

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“Mon devoir est de parler, je ne veux pas être complice.” (Émile Zola)

“Meu dever é falar, não quero ser cúmplice.” (…) (Émile Zola)

Não são poucas as passagens onde Freud e Lacan apontam o fundo homicida por trás dos messianismos políticos, hipótese que o século XX atesta assinando com o sangue de milhões de civis. Não supondo que a humanidade houvesse jamais subido ao patamar civilizacional por ela própria alardeado, Freud, sofrendo os horrores da guerra, não supunha estar diante de uma humana derrocada. Sábio que era, não analisava primariamente a história por meio das ingênuas categorias de “avanços” e “retrocessos”. Proclamou-se portanto não uma vítima da opressão histórica que esmaga minorias judaicas, mas da violenta condição que nos assola a todos e, sendo uma vítima da humanidade, era portanto vítima também de si mesmo. Eis a genialidade de Freud alcançando o seu cume: a descrição dual das razões de nossa conduta, cuidadosamente descritas no decorrer de sua obra, fazia com que analisasse estoica e aHistóricamente o período que, para ele, se configurava como uma repetição: mais uma curva do nosso cíclico percurso.

Compreender de outra forma a agressividade ou a tirania das massas atribuindo nosso desacerto a um momento específico da História, à perseguição de grupos, a um sistema econômico específico ou a determinados papéis sociais seria, para Freud, o cerne do engodo do qual padece nossa carência de lucidez. Uma pletora de imaginário a qual a Psicanálise é, aliás, seu atravessamento. A Psicanálise, ao contrário das teorias de Massa, sugere, pela pena do próprio Freud, que o analista se faz não nos enganos da transferência ou numa compaixão injustificada que molda a realidade à guisa de conveniências, mas no seu amor à verdade: “E, finalmente, não devemos esquecer que o relacionamento analítico se baseia no amor à verdade – isto é, no reconhecimento da realidade – e que isso exclui qualquer tipo de impostura ou engano.” (FREUD, 1937, Análise Terminável e Interminável, p. 160).

No caso de Lacan, a descrença no ideal revolucionário é ainda mais claro. O filho de vinagreiros textualmente nomeia o que Freud deixa subentendido, apontando que o marxismo é uma mentira a qual não devemos ceder no amor à verdade que é o que funda a Psicanálise.  Ela, a Psicanálise, é incongruente com o imaginário de uma redenção social e o bem suposto em ações. Em um importante seminário dedicado ao “Ato Psicanalítico”, Lacan exaustivamente traçará a distinção entre a “revolução” (pensada pela lógica do marxismo) e a “subversão” que é o que se propõe obter de uma psicanálise. Enquanto a revolução (lembra Lacan) remete ao termo latino medieval revolutĭonis (dar um giro e voltar ao mesmo lugar) a subversão (também do romano idioma subversĭonis) significa “refundar”. Só a subversão comporta algo de verdadeiramente novo. Somente ela corresponde à Psicanálise.

No ano seguinte, no seminário que se sucede, dirá: “Essa é da minha lavra. Evoca o crocodilo e a lama em que ele se banha, bem como o fato de que, com uma lagrima delicada, ele nos atrai para seu mundo benevolente. Encontrei Mudger Muddle na calyada do bulevar Saint-Germain. Ele me disse que vinha investigando a teoria marxista e estava inundado pela felicidade que tudo aquilo exalava. Mas não lhe havia ocorrido a ideia de que a felicidade pode provir da greve da verdade. Considerando o peso com que a verdade recai sobre nós a cada instante de nossa existência, que felicidade, sem dúvida, já não ter com ela senão uma relação coletiva!” (Jacques Lacan – Seminário 16, 2008, p.42). No ano seguinte ao do seu embate com Mudger Muddle, em seu posterior seminário irá se encontrar com Daniel Cohn-Bendit. Diante dos efeitos do Maio de 68, dirá que esse ideal de revolução funda-se em uma carência paterna e é, por pensar o mundo unicamente pela via do imaginário, o avesso da Psicanálise. Três anos mais tarde anunciará, no que talvez seja seu mais brilhante seminário, a verdadeira economia que rege nossas relações: o usufruto do amor que não pode deixar de demandar amor. Mais… ainda… Encore.

Em “A Lógica da Fantasia/Fantasma” Lacan proferirá: “Não digo ‘a política é o inconsciente’, mas simplesmente ‘o inconsciente é a política’”. Os analistas estão na cidade? É discutível. Entendo que Lacan apontava que o Inconsciente é a política no sentido de que ela se configura (como afirma Marcel Gauchet) como o lugar da fratura da verdade. Não afirma que toda a política está reduzida ao inconsciente, mas remonta aí uma das hipóteses de sua estrutura de guerra, remontando à tese freudiana defendida na “Psicologia das massas…” em que trata das formações coletivas como formações do inconsciente: fenômenos que partilham uma identificação comum, fonte de tanta agressividade, esmagamentos e negação do desejo. Nesse sentido, salvar o mundo confundiria-se com odiá-lo porquanto desconhecê-lo.

Embora tais referências sejam claras, são outrossim desnecessárias para fazer-nos concluir que há uma incompatibilidade de base entre as propostas revolucionárias e a Psicanálise, visto que opõem-se frontalmente os pressupostos de um Inconsciente (Freud e Lacan) e de uma Superestrutura (Marx e Engels): os inconciliáveis epicentros das duas leituras de mundo. Para o materialismo dialético, dirá Marx em um par de textos, não há lugar para a ideia de subjetividade.

Ademais, a mentira e o engano, categorias que se opõem a uma análise, surgem largamente no ideário revolucionário ao supor a História não como um circuito de giros, mas um vetor orientado por “avanços” e “retrocessos” como se cada tempo herdasse de toda a história o conjunto de construções que a precederam. Nada poderia ser mais facilmente evidenciado como falso. Pouco ou nada herdamos do essencial dos tempos que nos precederam que não operam cumulativamente em nós e são recordados muito mais num esforço contestação que de observância. Cabe lembrar que “ciência”, “verdade” e “lógica” são entendidas pelo marxismo como conveniências burguesas a serem superadas por uma impalpável evolução dos povos e a chegada do que chamam messianicamente de “o novo homem”. Para eles, como lidamos com o “velho homem”, as categorias de “mentira”, “engano” e “violência produtiva” são perfeitamente autorizadas e integradas ao marxismo na qualidade de ferramentas políticas úteis. Úteis no sentido de esmagar o homem presente (enganá-lo, violentá-lo, agredi-lo) para que de seus escombros surja o tal novo homem. Tais ideias não são conjecturas ou interpretações dilatadas: tudo está despudoradamente descrito com uma aterradora clareza em autores de base como Trotsky, Gramsci, Lênin dentre outros.

Retomando a ideia do curso histórico, ao contrário dos revolucionários, Claude Lévi-Strauss demonstrará com rigor que somente herdamos pequenos aspectos da etapa imediatamente anterior e questionará com veemência essa herança (platônica porquanto cristã) de uma perfectibilidade histórica, dos tais “avanços” em nome dos quais se adere a um ideal que é hoje claramente inviável:

“O desenvolvimento dos conhecimentos pré-históricos e arqueológicos tende a desdobrar no espaço formas de civilização que éramos levados a imaginar como escalonados no tempo. Isto significa duas coisas: inicialmente, que o “progresso” (se é que este termo ainda convém para designar uma realidade bem diferente daquela à qual nos dedicamos inicialmente) não é nem necessário, nem contínuo; procede por saltos, pulos, ou, como diriam os biólogos, por mutações. Esses saltos e pulos não consistem em ir sempre além na mesma direção; acompanham-se de mudanças de orientação, um pouco à moda do cavalo de xadrez, que tem sempre diversas progressões à disposição, mas nunca no mesmo sentido. A humanidade em progresso em nada se parece com um personagem subindo a escada, acrescentando por cada um de seus movimentos um novo degrau a todos os outros que já tivesse conquistado; evoca antes o jogador, cuja chance está dividida em muitos dados e que, cada vez que os lança, os vê se espalharem no pano, ocasionando contas bem diferentes. O que se ganha num lance se arrisca a perder no outro, e é apenas de um tempo a outro que a história é cumulativa, isto é, que as contas se somam para formar uma combinação favorável.” (Lévi-Strauss, Claude. Raça e História. In: Raça e Ciência. v. 1. São Paulo: Perspectiva, 1970. p. 245.

Nietzsche, chamado por Freud de “o primeiro psicanalista”, em sua Genealogia da Moral comentará que uma da sombras nas quais o moralismo se esconde é numa visão vetorial da História. Para ele, se entendemos a História como um movimento de “avanços” e “retrocessos”, onde as pessoas por meio de uma organização social e da manutenção de um constante debate vão, pela força do esclarecimento, refazendo representações e tornando “melhor” e mais “avançado” o mundo, estamos pensando a realidade ainda por meio da religião no sentido que essa visão da História comporta como operadores de base as mesmas constantes do Medievo: o bem e o mal. Foi a Igreja medieval, aliás, quem criou a ideia de que “a humanidade AVANÇA, dirigida pela Providência Divina, de sua juventude (caracterizada pela ausência de lei), à sua idade adulta, para ter acesso, enfim, à era da Graça” (disse Santo Agostinho em “A Cidade de Deus”). Eis aí a origem da ideia de um “novo homem”.

A crença na existência de um progresso Histórico e de agentes promotores de “avanços” está estreitamente vinculada a um sentido positivo (não estático ou cíclico) conferido ao tempo. A ideia de que a idade de ouro não reside na origem da humanidade, mas em seu futuro é iminentemente religiosa e (conclui Nietzsche) moralista porque nos autoriza a odiar o homem presente (adjetivado de racista, machista, elitista ou qualquer outra pecha que nosso narcisismo moralista aprendeu a detestar em tom alérgico) em nome do homem futuro que só existe num hipotético fim da História. Eis a sede da mentira denunciada por Freud e absolutamente incompatível com a Psicanálise: a violência vem do macho, vem do capitalismo, vem da “elite branca”. Spinoziano e schopenhaueriano, Freud não se fará cego ao trilho de ódio sobre o qual invariavelmente caminha a humanidade, nem pensará religiosamente num fim da história que somente chegará por meio de uma implantação de um modo ótimo de habitar o espaço público: única cadeia possível de causas que compõem a teia de mudanças significativas em movimento. O psicanalista é um anti-cidadão. Há que se sustentar a dura verdade de que o Estado é (grande) parte desse problema.

Eis o marxismo: uma reedição das rivalidades fraternais que ganha força com o declínio do viril e a vulgarização do que chamamos de político.

Outro aspecto inconciliável do marxismo reside em pensar, na marcha que se imagina para o final da história em que o Partido é o único veículo seguro, que o desejo não possui autoria singular, mas é formado por uma resultante de instâncias históricas (papéis, preconceitos, comandos, pedagogias) que desejam em nós ou que nos atravessam. Em uma clara herança rousseauniana, pensa-se o homem como dotado de uma essência graciosa e qualquer vício implantado pela má educação. Somente a partir disso é que podemos afirmar a grande mentira de nosso tempo: a enunciação de que não desejamos a não ser em coletivos. O que pode ser mais avesso à Psicanálise do que um modelo assistencial voltado ao “empoderamento” e não à “vontade de potência”? O contrato social de Rousseau é, para nós, um contra-ato: um contra ato psicanalítico. A psicanálise não é o lugar de suturar a impotência, mas de se lidar com o impossível: o impossível da não relação sexual.

Eis os avessos. Eis os inconciliáveis: Abel e Caim; Chan e Chen. A ideia de que somos efeito de uma pedagogia histórica e do conjunto das forças materiais que nos determinam como sujeitos históricos (a tal superestrutura) é imcompatível com a hipótese de um inconsciente que é fundamentalmente um furo no saber e a possibilidade de singularidade radical; ou sou “eu e minhas circunstâncias” ou sou “eu no campo da falta do grande Outro”. Não há meio termo e são evidentes os perigos de uma política do imaginário, do ressentimento, das emoções violentas, da “revolução” que faz da verdade um objeto de contrato, da vitimização histórica.

Se há alguma política passível de ser pensada a partir da Psicanálise (não sem problemas) seria antes de mais nada aquela que expressasse os valores que organizaram a vida de Freud e foram por ele claramente professados: a responsabilização, a individualização e a construção de um legado de sabedoria entendida como amor à letra, de ordem entendida como previsibilidade e imaginação criativa dos quais (mesmo em nome de uma improvável redenção do mundo) nunca deveríamos ter abdicado.

Por que escolho tal data e tal tema para reativar este blog?

A resposta é óbvia e remete ao pleito que está em curso em nosso país.

Do ponto de onde vejo, entendo como urgente um voto que encerre o ciclo que nos assola e afirmo isso em nome dos imensos problemas presentes em uma política minimamente marxista e que os autores por mim evocados demonstram.

O que chamo aqui de ciclo de mentiras não se refere às acusações eleitorais, tão fartas e oriundas de ambos os lados, tampouco à propaganda de baixo nível agenciada por militantes e militâncias de todas as cores.

Refiro-me à mentira que Marx, Trotsky e Gramsci falsamente ensinaram ser legítima arma política. Refiro-me à mentira da negação dos processos de diferenciação e da hierarquia como momentos existenciais, sendo falsamente postos como efeito de um determinado sistema e problemas a serem erradicados. O discurso contra a desigualdade é sobretudo um discurso contra a natureza que se encarrega de espontâneos processos de diferenciação que fazem com que nenhum evento no tempo seja repetido ou repetível. Esta é a mentira a qual me refiro: à mentira da ausência de distinção entre narrativas, à mentira de um desamor à letra, ao debate não viciado, ao respeito às diferenças, tão espezinhada em todos os momentos onde o marxismo minimamente se instalou.

Em que pese o capitalismo e seu discurso, dentre uma lista infindável de esmagamentos, foracluir as coisas do amor, opor-se a ele não deve ser feito às custas da mentira de que, para se promover uma suposta reparação histórica, a verdade possa ser uma mera alegoria: mais um despojo em uma mesa de negociações.

Para o bom voto, há que se analisar o quão dependentes nos tornamos do Estado. Há que se analisar as raízes desse desejo de tutelagem que Nietzsche tão bem denunciou em sua obra magnífica.

Embora não tenha ilusões românticas de que a nossa atual opção ao partido governista seja ideal, entendo como urgente que se cesse o ciclo do PT em nosso país e, com ele, um modo de se pensar a população como “filhos” e “filhas” de governantes/pais generosos. Embora reconheça as boas intenções dos que declaram apoio ao governo, justificando com isso o seu amor às causas sociais, entendo que elas não encontram apoio na realidade concreta do atual partido que tolera a pobreza e gaba-se de ter a cada ano mais e mais dependentes de programas sociais. Não deveria ser o contrário? Não haveríamos de ter mecanismos que nos possibilitassem comemorar que as pessoas passaram a não precisar mais do Estado e já podem se conduzir sozinhas na vida contribuindo com algo além de uma existência passiva?

Apoioado na crítica implacável que Freud e Nietzsche fizeram desse projeto político moderno que as esquerdas professam (da política do ressentimento, das emoções violentas não submetidas à razão e de uma oposição violenta a toda a tradição), professo meu voto contra o PT e penso ter razões de sobra, todos calcados no rastro de destruição simbólica e intelectual que lamentavelmente é nossa mais evidente herança após os 12 anos que se arrastaram.

Sairei de casa no presente momento para votar e declaro aqui o meu voto.

Voto contra um aparente projeto de redenção social que é, na verdade, um projeto de aparelhamento idelógico e solapamento da institucionalidade claramente demonstrado nos últimos decretos presidenciais. Voto contra essa corrupção que atinge níveis de imprudência e cifras nunca antes sequer cogitadas a nenhum partido e incomparáveis a nada do que se tem notícia na História (exceto, talvez, em países sob ditadura). Voto contra um governo que celebra acordos comerciais com ditadores, voto contra um governo que recebe tiranos como Gaddafi e Ahmadinejad com honras de Estado. Voto contra essa praga do politicamente correto. Voto contra o animismo. Voto contra a negação dos nossos desejos e uma negação do momento presente em nome de um historicismo radical. Voto contra a indevida associação do “proletário” ao trabalhador: proletário, na acepção grega, é aquele que não contribui com o mundo a não ser com a prole, o trabalhador (o que sustenta a farra do governo com impostos) é tratado hoje como um pária e desrespeitado em sua liberdade. Voto contra a sangria dos bolsos com uma carga tributária que leva metade de tudo o que produzimos sem nenhuma contrapartida razoável.  Voto contra o estreitamento intelectual que nos constrange e a censura que nos ronda. Voto contra a perda de poder do congresso. Voto contra a reforma política que prevê o voto em listas. Voto contra o bolivarianismo, a chamada democracia direta em oposição à democracia representativa já em vigência em lugares como Cuba ou Venezuela onde se recebe um carimbo no pulso ao se comprar um mísero rolo de papel higiênico. Voto contra o não estabelecimento de acordos comercias com os EUA. Voto contra esse repúdio ao americanismo por usuários diários e compulsivos de criações americanas (cinema, smartphones, Internet, rock e demais invenções que vão das esferográficas aos famigerados selfies). Voto contra uma líder atrapalhada que, em sua desorganização mental, não sabe se expressar e apresentar ideias minimamente coerentes. Voto contra uma gestão “medíocra” e “incompetenta” sem nenhuma grande obra concluída e com déficits econômicos graves. Voto contra a violência gramatical. Voto contra uma política de desresponsabilização que faz com que a culpa seja sempre do outro e habilita a agressividade como ferramenta política. Voto contra o Foro de São Paulo. Voto contra o universitário analfabeto e contra o líder desqualificado. Voto contra o cinismo de dizer que somos todos iguais e que só há direitos, nunca deveres ou obrigações. Voto contra o racismo que é paulatinamente reabilitado como política de Estado ao se criar classificações raciais em políticas públicas. Voto contra um partido que governa ao lado de máfias políticas regionais. Voto contra o bordel que se tornou a Universidade brasileira, que despreza a cultura clássica e a ciência em troca de banalidades cívicas. Voto contra IES que recebem analfabetos e os titulam sem pudores. Sobretudo voto contra a irracionalidade que vemos tomar conta de todo o país em uma campanha torpe de desqualificação que atinge seu ponto mais baixo quando Lula sobe em um palanque para dizer textualmente que seu opositor pisa em pobres, é nazista e genocida de negros. Voto contra o estreitamento intelectual e a ascensão sem méritos. Voto contra a revolução. Voto contra o ódio e a mentira.

Se eleito, um candidato de oposição terá a obrigação do cumprimento de suas promessas e uma oposição raivosa a lhe fiscalizar.  Se reeleito, o PT terá carta branca para continuar descumprindo orçamentos, roubando descaradamente, direcionando políticas corporativistas a grupos aliados, ideologizando nossas crianças, bastando pra isso que solape vergonhosamente a verdade dizendo, como de hábito: “eu sou um de vocês”.

Voto, portanto, contra a tutelagem intelectual e a vassalagem estatal que a leitura de Freud, Nietzsche, Lacan e Drummond me ensinaram a repudiar.

Voto, portanto, contra tudo o que de pior já nos aconteceu.

FORA PT!!!

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Sobre Pedro Gabriel

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