Primeira vez no Blog?
Busca por Conteúdo
Lituras Tuitadas
Links para os feeds
Blogs Onde Também Lituro
Últimas Visitas
- Evocação do Recife (por Manuel Bandeira)
- A Incapacidade de Ser Verdadeiro (por Carlos Drummond)
- Pequena Crônica Policial (por Mario Quintana)
- Porquinho-da-Índia (por Manuel Bandeira)
- O Pavão de Rubem Braga e Os Bolsos Vazios da Crônica
- Balada do Rei das Sereias (por Dorival Caymmi e Manuel Bandeira)
- O Silêncio em Três Poemas (por Drummond)
- Ismália (por Alphonsus de Guimarães)
- Tristeza no Céu (por Carlos Drummond de Andrade)
- Poesia Concreta (por Manuel Bandeira)
- A Morte do Cisne, a Morte da Arte
- A Revolução dos Idiotas (por Nelson Rodrigues)
-
Últimas Postagens
- Aviso de Adiamento de Evento
- Psicanálise no Ar
- Fantasias e Fetiches
- História (sempre) mal contada… (por Mia Couto)
- Mães: origem e fim do mundo
- A Montanha dos Sete Abutres
- Poema Negro (por Augusto dos Anjos)
- Augusto dos Anjos: Eu, estranho personagem
- Círculo Vicioso (por Machado de Assis)
- Poesia, Conforto, Família
- Psicanálise em Ondas
- Debate e Lançamento de Livro
Nuvem de Temas
(des)Amor Amor Amoródio Amuros Antônio Maria Arcoverde Ascenso Ferreira Chico Buarque Chuva Drummond Fernando Pessoa Ferreira Gullar Filosofia Finitude Freud Guimarães Rosa Heidegger Infância James Joyce Lacan Literatura Manuel Bandeira Mario Quintana Morte Mundo Natal Nelson Rodrigues Noite Passado Passagem das Horas Paulo Autran Poesia Psicanálise Quino Quintana Rio Sertão Solidão Tempo Tom Jobim Tristeza Vicissitudes Vida VidAmor Vinícius de MoraesPágina no Facebook
Consultório Psicanalético
Arquivos
- maio 2013
- abril 2013
- março 2013
- fevereiro 2013
- janeiro 2013
- dezembro 2012
- novembro 2012
- outubro 2012
- setembro 2012
- agosto 2012
- julho 2012
- junho 2012
- maio 2012
- abril 2012
- março 2012
- fevereiro 2012
- dezembro 2011
- novembro 2011
- outubro 2011
- setembro 2011
- agosto 2011
- julho 2011
- junho 2011
- maio 2011
- abril 2011
- março 2011
- fevereiro 2011
- janeiro 2011
- dezembro 2010
- novembro 2010
- outubro 2010
- setembro 2010
- agosto 2010
- julho 2010
Categorias
- (… LITURAS PRÓPRIAS …)
- Amor, Ódio e Ignorância
- Arquitetura
- Belas Artes
- Cinema
- Conto
- Corpo
- Crônicas
- Diário
- Ec-sistire
- Filosofia
- Fraternidade
- Jazz
- Literatura
- Música
- Mundo, vasto mundo…
- Passagem das Horas
- Poesia
- Procura da Poesia
- Psicanálise
- Quadrante
- Satiricômico
- Tempo
- Tiras
- Uncategorized
- Vida na Polis
Atividade no Twitter
- fb.me/2sFSjj9Bt 2 days ago
- @the_stardust :) 3 days ago
- RT @RevistaEpoca: Você precisa do 4G? glo.bo/13B8vjD 3 days ago
- @RevistaEpoca não, precisamos é de uma agência reguladora. 3 days ago
- RT @the_stardust: My friend @lituraterre wrote me such a beautiful letter. It's divine to dwell in the presence of those who are able to re… 3 days ago
- RT @the_stardust: Tomorrow @lituraterre will talk on the radio about the difference between fantasy, fetish & pathologic sex behavior. I'm … 3 days ago
- @the_stardust o Tejo de nossa aldeia. :) 3 days ago
- Pensar é uma arte que se pratica necessariamente com humor e ironia. (Cioran) 3 days ago
- Tenho o palpite de que as temakerias são negócios de fachada criadas pelo Instagram pra movimentar o mercado de imagens. 3 days ago
- @the_stardust http://t.co/ft4IpomuPy 4 days ago
Arquivos da Tag: Tristeza
Tristeza, riso, poesia
Não há vida feliz. Ao contrário do que as pessoas comuns vulgarmente repetem (que em todos os momentos da historia sempre se buscou a felicidade como objetivo maior de qualquer vida) a felicidade é uma construção recente: é moderna, filha … Continuar lendo
Publicado em (... LITURAS PRÓPRIAS ...), Amor, Ódio e Ignorância, Ec-sistire, Literatura, Mundo, vasto mundo...
Marcado com Amor, Amor fati, Dor, Epifanias, Felicidade, Ilusões, loucura e morte, Poesia, Tristeza
4 Comentários
Tristeza no Céu (por Carlos Drummond de Andrade)
“No céu, também, há uma hora melancólica Hora difícil em que a dúvida penetra as almas Por que fiz o mundo? Deus se pergunta e se responde: “Não sei” Os anjos olham-no com reprovação e plumas caem Todas as hipóteses … Continuar lendo
Publicado em Literatura, Poesia
Marcado com (des)Amor, Amoródio, Amuros, Drummond, O amor acaba, Plumas, Tristeza, Vicissitudes
2 Comentários
Poesia é pra essas coisas
O mundo é grande – nos lembra incessantemente Drummond – e nosso coração, ao contrário do que ele próprio imaginava na infância, não é maior que o este (o mundo). É tão menor, tão pequeno, que sequer pode conter adequadamente … Continuar lendo
Publicado em (... LITURAS PRÓPRIAS ...), Amor, Ódio e Ignorância, Diário, Literatura, Poesia, Procura da Poesia
Marcado com Continuidade, Drummond, Jobim, Tempo, Tristeza, Vida
6 Comentários
Tristeza no Céu (por Drummond)
“No céu, também, há uma hora melancólica Hora difícil em que a dúvida penetra as almas Por que fiz o mundo? Deus se pergunta e se responde: “Não sei” Os anjos olham-no com reprovação e plumas caem Todas as … Continuar lendo
Tristeza em Londres, Tristeza no Mundo
A ode escrita pelo Poeta do Capibaribe foi dedicada ao seu amigo Jayme de Aragon y Ovalle (grafado com “i” na versão final do poema). No entanto as palavras imortais se aplicam a todos os que se empenham em viagens … Continuar lendo
Publicado em (... LITURAS PRÓPRIAS ...), Literatura, Poesia
Marcado com Anibal Machado, Augusto Frederico Schmidt, Jayme Ovalle, Manuel Bandeira, Murilo Mendes, Tristeza, Vicissitudes
Deixe um comentário




