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Arquivos da Tag: Morte
Vinte e cinco anos depois, vinte e cinco vivas a “Os Mortos”
Os Vivos e os Mortos (The Dead, 1987) é um filme extraordinário de um diretor excepcional. Foi dirigido pelo americano John Huston, nascido na pacata Nevada de 1906, há exatos 25 anos, tendo envelhecido muito bem (ambos, aliás, criatura e … Continuar lendo
Publicado em (... LITURAS PRÓPRIAS ...)
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A Partida (por Augusto Frederico Schmidt)
“Quero morrer de noite. As janelas abertas Os olhos a fitar a noite infinda Quero morrer de noite. Irei me separando aos poucos Me desligando devagar. A luz das velas envolverá meu rosto lívido. Quero morrer de noite. As janelas … Continuar lendo
Publicado em Corpo, Ec-sistire, Música, Mundo, vasto mundo..., Passagem das Horas, Poesia
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Dia do Trabalho com Drummond: Elegia 1938
Não somente em homenagem aos oito operários enforcados em Chicago (saudados anualmente por todo o mundo nesse primeiro de maio), mas em cumplicidade a todos os demais sufocados pelo tédio da vida que se apega em nós oleosamente como gordura … Continuar lendo
Publicado em (... LITURAS PRÓPRIAS ...), Literatura, Mundo, vasto mundo..., Passagem das Horas
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EsClaricendo
Meu reflexo encontrado no profundo vazio especular se reflete naquilo que leio em Clarice Lispector. Ali encontro eu próprio, meus nós, meus deslindes, o emaranhado supremo da vida. Lá encontro também uma Vereda, um caminho por onde atravessar a nuvem … Continuar lendo
Publicado em (... LITURAS PRÓPRIAS ...), Ec-sistire, Procura da Poesia
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Contra a foice do tempo é vão o combate
“Quando a hora dobra em triste e tardo toque E em noite horrenda vejo escoar-se o dia, Quando vejo esvair-se a violeta, ou que A prata a preta têmpora assedia; Quando vejo sem folha o tronco antigo Que ao rebanho … Continuar lendo
Publicado em Literatura, Passagem das Horas, Poesia, Tempo
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Inscrição para uma Lareira (por Mario Quintana)
“A vida é um incêndio: nela dançamos, salamandras mágicas Que importa restarem cinzas se a chama foi bela e alta? Em meio aos toros que desabam, cantemos a canção das chamas! Cantemos a canção da vida, na própria luz consumida…”
Publicado em Ec-sistire, Poesia
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Profundamente
Como Drummond sou Fazendeiro de Ar. Meu roçado é de palavras, meu gado de ilusão (que foge continuamente na forma de amarga desilusão, verdadeiro e natural sentimento do mundo). Recolhido em minha campânula de vidro sigo meus dias protegido desse … Continuar lendo
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Nós Cavalões… também correndo…
A palavra dos comentadores e biógrafos (dentre eles o próprio autor, o menos autorizado a meter o dedo neste impasse) fiam a certeza de que o poema a seguir foi escrito durante a “II Grande Guerra” numa epifania de almoço … Continuar lendo
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Preâmbulo às instruções para dar corda no relógio (por Cortázar)
“Quando dão a você de presente um relógio estão dando um pequeno inferno enfeitado, uma corrente de rosas, um calabouço de ar. Não dão somente o relógio, muitas felicidades e esperamos que dure porque é de boa marca, suíço com … Continuar lendo
Publicado em Literatura
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Único Fato
Elias Canetti, o humanista búlgaro, fez merecer, com a aguda ponta de sua pena que furava a carne e adentrava a alma, o Nobel que recebeu. Sua presença nesse blog já era há muito desejada e eu imaginei que sua … Continuar lendo
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