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Arquivos da Tag: Infância
História (sempre) mal contada… (por Mia Couto)
“História de um homem é sempre mal contada. Porque a pessoa é, em todo o tempo, ainda nascente. Ninguém segue uma única vida, todos se multiplicam em diversos e transmutáveis homens. Agora, quando desembrulho minhas lembranças eu aprendo meus muitos … Continuar lendo
Publicado em Conto
Marcado com Amuros, História, Infância, Mia Couto, Nascimento, Passado, Semblante, Vida
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Anoitecer (por Carlos Drummond de Andrade)
“É a hora em que o sino toca, mas aqui não há sinos; há somente buzinas, sirenes roucas, apitos aflitos, pungentes, trágicos, uivando escuro segredo; desta hora tenho medo É a hora em que o pássaro volta, mas de há … Continuar lendo
Publicado em Amor, Ódio e Ignorância, Literatura, Poesia
Marcado com Anoitecer, Corvos bicando o passado, Drummond, Infância, Medo dessa hora, Tempo
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Ascenso, o princípio
Ascenso Ferreira foi o responsável pelo meu primeiro alumbramento poético. Embora meu primeiro arrebatamento tenha se dado de maneira definitiva com João Cabral e sua poesia pluvial, minha alma aprendeu por primeiro a respirar sorvendo o sopro da poesia cotidiana … Continuar lendo
Publicado em (... LITURAS PRÓPRIAS ...), Ec-sistire, Literatura, Passagem das Horas, Poesia, Procura da Poesia, Tempo
Marcado com Ascenso Ferreira, Descoberta da Poesia, Drummond, Fundões do Tempo, Infância, João Cabral, Tempo
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Breve Ponderação sobre o Trem de Ascenso
Composto com a mesma cadência do som do comboio arrastando-se melodiosamente pelos trilhos, o poema de Ascenso além da beleza prosódica traz o registro de um mundo lindo que não mais existe. O entremeio obscuro (entre os iluminados das cidades) … Continuar lendo
Publicado em (... LITURAS PRÓPRIAS ...), Diário, Literatura, Poesia
Marcado com Ascenso Ferreira, Infância, Mundo Grande, Mundo Mágico, Mundo perdido, Poesia Narrada, Trem de Alagoas
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Recordações do “Caminho de Casa”
Publicado em (... LITURAS PRÓPRIAS ...), Ec-sistire, Literatura, Mundo, vasto mundo..., Tempo
Marcado com Arcoverde, Ec-sistire, Fotos do São João, Guimarães Rosa, Guimaroroseando o Sertão, Infância, Sertão
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Caminho de Casa
Sinto um ardor de amante pelo caminho que me leva à cidade onde nasci. Percorri tal caminho, transido de amor macio, durante as festas do Filho de Isabel – festa das fogueiras e luzes – em busca de alguma chama … Continuar lendo
Publicado em (... LITURAS PRÓPRIAS ...), Amor, Ódio e Ignorância, Diário, Ec-sistire, Tempo
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Fragmento de Nova Antologia Poética (por Quintana)
“Oh! aquele menininho que dizia “Fessora, eu posso ir lá fora?” Mas apenas ficava um momento Bebendo o vento azul… Agora não preciso pedir licença a ninguém. Mesmo porque não existe paisagem lá fora: Somente cimento. O vento não mais … Continuar lendo
Publicado em Mundo, vasto mundo..., Passagem das Horas, Poesia, Tempo
Marcado com Casa, Infância, Passagem das Horas, Quintana, Tempo, Vento bafejando o rosto como um cachorro amigo
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Aula Inaugural no São João (Borges e Quintana)
Para Quintana, poeta e menino de aquário protegido como eu dos ruídos desse mundo intenso, a dança, como a poesia, apresentava-se como um luzeiro de esperança no oco do tenebroso da existência. Ritmo e poesia acendiam-se iluminando uma vereda na … Continuar lendo
Publicado em (... LITURAS PRÓPRIAS ...), Amor, Ódio e Ignorância, Mundo, vasto mundo..., Poesia
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