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Rstou aprendendo a ler…me falta pra escrever…mas estou tendo a reoportunidade de me reinventar. Rebom!
Descobri esse locus numa curva do caminho, parei pra respirar…o ar daqui é bom…rebom
Myrtita… viva as curvas.
*Estou (mas Restou ficou bom também)…
Só resta quem está Myrtita.
Esteja, reste… bem aqui. O solo é disso.
Como diria neruda: “Posso escrever os versos mais tristes esta noite.. “mas prefiro vir aqui e ler o que escreves, pq dá alegria em saber que ainda existam pessoas, que como diria Chico: “São todo sentimento” vc é assim, visceral no sentir, um mago em seus aforismos…. Simples assim…
raffaella
Oi Raffaella, não cutuque minha vaidade com vara curta. Vou imaginar que estás falando dos poetas sobre quem comento. Obrigado pelas considerações.
Um Blog rico em escritos para serem apreciados, lido e relido, degustado, sentido pois de fato, desperta sentimentos, então, se um dos propósitos foi também este, está feito. Uma grande satisfação ter conhecido vocês.
Olá Camila, por alguma razão que não pude compreender, somente agora o seu gentilíssimo comentário me chega. Agradeço a visita, a delicadeza do seu escrito. Em Grande Sertão: Veredas o “bem sentir conjunto” identificava os que pertenciam ao mesmo bando. Jagunça Camila, bem vinda ao grupo.
Nossa, que delicia esse blog! Apaixonei! Perdoe-me por nao saber escrever alguma coisa bonita, ou alguma frase de efeito. Soh tenho a dizer que ameiii mesmo e serei frequentadora de agora em diante!
Carolina, o mais importante já foi dito: sua apreciação. Este blog foi criado com esse propósito de aproximar pessoas com gosto pela poesia para a boa interlocução. Fique à vontade, participe sempre. Caso prefira podes também assinar o blog e receber na sua caixa de emails todas as atualizações.
Fiquei encantada com a sua maneira especial de escrever, fala com a alma!!Um abraço!!
Agradeço a visita e a generosa apreciação. Apareça sempre e comente, o blog existe exatamente para isso.
Com certeza, peço também que visite o sementeiradosilencio, não é um espaço tão rico com o seu, mas cuido com bastante carinho!!
Eu estava com um vazio imenso. Existe vazio menor, pequeno, menos?
Não sei. Era um vazio de uma cacimba, feito a falta de uns olhos rasos d’agua.
Um vazio ridículo, porque poderia ser costurado e ligado a outra margém do Céu.
Não pensei nisso: deixei ficar o extremo vácuo só para me sentir viva.
Achei, achei palavras, gestos, cantos e até flores com nome de amor…
Verônica Aroucha.
p.s.Que beleza de blog.
Obrigado pelo registro que costura, ele mesmo, terra e céu nas linhas dessa aventura de letra que a Internet nos disponibiliza e que é aproveitada por tão poucos. Suas palavras me emocionaram e me estimulam a avançar sempre. Sigamos juntos, não nos apartemos, vamos de mãos dadas.
Poeta, se vem com estrêlas nas mãos, passa um brilho nas minhas.
Feliz semanas.
Fraternalmente, Verônica Aroucha.
Sou escritor de pobres palavras e minha beleza reside no simples fato de eu ser um homem triste e só. O brilho reside nos autores que o blog reflete e no retorno à poesia que tem promovido em alguns leitores. Haveria alguma coisa mais rica num tempo como o nosso?
As pessoas aqui já disseram muitas coisas para lhe intumescer o ego. Acho que o senhor poderia escrever ainda mais do que escreve. Apenas deixo o meu veredicto — como se eu pudesse: é bom.
Joanna, este espaço (creia você ou não) é uma via de desinflação do Ego. Aqui posso falar da pedra no meio do caminho e não esquecer jamais que há a pedra e que persiste o muro. O espesso manto de lama do narcisismo está banido para que o espaço funcione, como em tudo o que se pretende analítico. Há no entanto o reverso do muro, o fato de que saber gera amor. Mas isso já me escapa e exige uma resposta singular de cada leitor. Agradeço o comentário e concordo que eu poderia e deveria mais liturar. Vejamos se cavo o muro.
Pedro, tuas palavras são beijos em minh’alma. Amei teu canto poético. Vou visitá-lo continuamente! Beijo
Lucelia, obrigado pela delicada escuta de meu canto. Volte sempre e sinta-se em sua própria casa.
Pedro, que surpresa! Achei teu blog por acaso quando procurava um texto específico. Vi uma foto de um grupo e vi que é você quem possui o blog. Coisa boa! Visitarei sempre!
Mariana (Mafalda – Cultura) =]
Um grande beijo!
Mari, parece que as melhores leitoras dessa vasta internet decidiram em algum momento aportar aqui um minutinho de suas seletivas âncoras. Gratíssimo pela visita e pelo comentário generoso. Pedro.
Em cada palavra, um pedacinho de nós é deixado, é sentido, mesmo em nossa ausência…
Tem muitos pedacinhos seus aqui, Clegiane. Volte sempre pra deixar mais alguns.
Em caminhos tão vastos, solitários e íngrimes como são os da atualidade é deveras importante refletir…..
Sua experiência em relação à vida (esta como algo vasto, solitário e íngreme) demonstra uma maturidade louvável. A literatura nos ajuda a ver e é sempre um alento ver que a despeito de tudo, existem ainda pessoas inquietas que pretendem enxergar mais… ainda.
A inquietude é dolorosa…..
Mas, ao mesmo tempo é um bálsamo para almas sombrias.
No cheiro, no tato, no gesto, no verbo é possível sentir que ver é diferente de enxergar.
Além do visível e do dizível existe a imensidão…….
Jamila, obrigado pelas palavras sábias e acertadas. Freud (Lacan, sobretudo) não discordaria de você com essa ideia de que há um imenso não elaborado (e não elaborável) além das nossas possibilidades de dizer. É Isso o que nos faz falar… e escrever ajuda a calar. Ver é diferente de enxergar, mais que isso, ver o mundo é diferente de compreendê-lo. Obrigado pela visita e pelo comentário, você é sempre bem vinda.
Pedro Gabriel, você tem alma de poeta e curiosidade de cientista. Uma mistura poderosa. Já escreveu algum livro?
virei sua leitora.
Renata
Cara Renata, tenho uma porção de coisas soltas que, fatalmente, hão de se amarrar em brochura. Nesse dia você receberá notícias minhas. Possuo uma série de escritos clínicos e uma dissertação de mestrado que são dois bons candidatos a livro. Entretanto as lituras desse blog talvez furem a fila e se transformem antes em volume na sua estante. Esse livro estamos escrevendo juntos, vocês visitantes e eu. Apareça sempre, ajude-me na construção dessa obra. Um abraço. Apareça sempre.
Caro Pedro, os textos que postas, são sempre contundentes e traduzem algumas das poucas reflexões possíveis em minha vida tão agitada…
O seu último comentário sobre o Natal foi bem interessante, pois realmente existe a simbologia do consumo exacerbado, fruto da apropriação de datas e símbolos de outras civilizações e que as pessoas compram e reproduzem sem a mínima reflexão.
Em minha simplória opinião, o caráter e a boa índole devem ser lugares comuns em nossas vidas e não terras longínquas só visitadas em dezembro. Da mesma maneira presentear amigos, parentes e amores com simbólicas e preciosas lembranças deveria ser corriqueiro.
Muitas pessoas pensam poder anular sua indiferença anual em relação ao mundo que não seja seu trabalho e a busca incessante por galgar patamares econômicos elevados com os caros presentes de Natal…
Que pena…
Como já diria Karl Marx tudo que é sólido desmancha no ar e assim são os momentos e as oportunidades de nossa vida, eles não voltam, nem mesmo no natal.
Algumas vezes ilustre desconhecido esta festa serve para assombrar e aterrar as pessoas com condições de subsistência mínimas que são excluídos também do Natal ou ainda pior, aumenta o vazio e a solidão por nos fazer desejar possuir um motivo concreto para comemorar.
Jamila, agradeço seu generoso comentário que me dá tanto prazer em responder. Não pude deixar de me surpreender com o fato de um comentário tão apressado ter lhe causado ressonâncias e reflexões tão profundas, talvez seja expressão do que o velho Freud sugeria em sua obra que há sempre uma parcela de discurso que nos escapa e opera em nós de modo não autoral, sendo a isso o que ele chamava de Inconsciente. De toda forma acho que sua análise do Natal foi mais completa e rica que a minha e agradeço por ela. Comentários como os seus dão sentido a esse blog e à troca que ele possibilita. Sua referência a Marx e a ideologia do Natal foi valiosa. Obrigado pelo seu presente.
Você é sempre muito gentil e seu blog é um espaço interessante.
Em uma análise corriqueira e maniqueísta o bom e quiçá também o mau da internet é que nela se pode ser diferente do que estamos bitolados a ser.
Alguns escolhem usar este recurso como algo fútil e inútil conseguindo atravessar barreiras da podridão humana antes supostas inalcançáveis. Porém você criou um recanto que permite-me sentir como se estivesse sous le ciel do sertão ou sous le vent do deserto mais distante do mundo….
Se você for na sua vida tão sensível como é aqui só posso dizer sorte do seu bem querer…..
Gentil Jamila, se o blog lhe faz sentir-se sob os céus do Sertão ou no vento de um deserto lingíncuo e solitário você compreendeu a alma deste espaço. Não admira que seja frequentado por tão poucas pessoas, visto que são tão poucos os que se aventuram por essas paisagens interiores. Seu comentário mais uma vez enobreceu meu blog. Grato por sua delicada presença.
Vim procurar informações sobre a Morte do Cisne, e me deparei com um excelente post. Bastante conteúdo, não só musical, e ótima escrita.
Já me inscrevi para receber notificações sempre que algo novo é postado aqui, e se me permitir, gostaria de colocar o seu blog na minha parte de blogs indicados, no meu (precarieras.blogspot.com).
Caro Roberto, grato pela visita, pelo comentário e pela generosa apreciação. Sinta-se à vontade para voltar e para compartilhar o material que por aqui circula. Ele existe para semear poesia pela Internet. Abraços. Pedro.
Comecei a ler seu blog pouco depois do encontro Frentes da Psicanálise. E foi totalmente por acaso que estava lá naquele dia, não sou psicóloga ou psicanalista como a maioria dos presentes, apenas uma estudante desejando ser médica. Sempre busco leituras interessantes e foi o que encontrei aqui. Parabéns pelos seus textos que me encantaram e por sua sensibilidade.
Paula, agradeço por sua avaliação generosa e por suas palavras tocantes. O blog foi criado exatamente para este fim e sinto uma enorme felicidade por sentir que no um a um, na singularidade de casa visitante, algo é produzido em termos de sementes de poesia lançados no solo (às vezes pedregoso) da vida.