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Arquivo do mês: fevereiro 2012
Oração de Fazer Poeta
Meu caro Santo Drummond Bandeira de São Manuel, Carente está meu papel D’um verso denso e bom. Com métrica, rima e som Mandai-me do último céu, Um verso talhado a cinzel Oh Santos da letra do dom. Se a Moderna … Continuar lendo
Publicado em (... LITURAS PRÓPRIAS ...)
Marcado com Drummond, Guimarães Rosa, Manuel Bandeira, Oração, Poesia, Poeta, Prece, Ser poeta
8 Comentários
Palhaço (executado por Baden Powell)
“Sei que é doloroso um palhaço Se afastar do palco por alguém Volta, que a plateia te reclama Sei que choras palhaço Por alguém que não lhe ama. Enxuga os olhos E me dá um abraço Não te esqueças Que … Continuar lendo
Publicado em Música
Marcado com (des)Amor, Choro, Lágrimas, Nelson Cavaquinho, Oswaldo Martins, Palhaço, Platéia, Retorno, Washington Fernandes
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A Revolução dos Idiotas (por Nelson Rodrigues)
“As épocas são mais inteligentes ou menos inteligentes. Mais sóbrias ou menos nobres, românticas ou cínicas, perversas ou heróicas, etc. etc. Nos coube por fatalidade uma das épocas débeis mentais e das mais espantosas da história. Há uma debilidade mental … Continuar lendo
Publicado em Crônicas, Mundo, vasto mundo...
Marcado com A Revolução dos Idiotas, Nelson Rodrigues, O Imbecil Coletivo, Viver com os homens sem assassiná-los
2 Comentários
Trecho de Flauta de Papel (por Manuel Bandeira)
“— Era leproso. — E morreu de lepra? — Morreu. Mas além de leproso era tuberculoso. — Coitado! — E tinha sífilis também. — Era exagerado.”
Publicado em Passagem das Horas, Poesia
Marcado com Doença, Exagerado, Manuel Bandeira, Medicina
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Nel mezzo del camin… (por Olavo Bilac)
“Cheguei. Chegaste. Vinhas fatigada E triste, e triste e fatigado eu vinha. Tinhas a alma de sonhos povoada, E a alma de sonhos povoada eu tinha… E paramos de súbito na estrada Da vida: longos anos, presa à minha A … Continuar lendo
Publicado em Poesia
Marcado com (des)Amor, Despedida, Ingratidão, Insensibilidade, Olavo Bilac, Partida
2 Comentários
Soneto Inglês n° 1 (por Manuel Bandeira)
“Quando a morte cerrar meus olhos duros – Duros de tantos vãos padecimentos, Que pensarão teus peitos imaturos Da minha dor de todos os momentos? Vejo-te agora alheia, e tão distante: Mais que distante – isenta. E bem prevejo, Desde … Continuar lendo
Publicado em Amor, Ódio e Ignorância, Poesia
Marcado com (des)Amor, Amoródio, Amuros, Manuel Bandeira, O amor acaba, Soneto, Soneto Inglês
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Enganei-me, enganei-me… paciência! (por Tomás Antônio Gonzaga)
“Enganei-me, enganei-me – paciência! Acreditei as vozes, cri, Ormia, que a tua singeleza igualaria à tua mais que angélica aparência. Enganei-me, enganei-me – paciência! Ao menos conheci que não devia pôr nas mãos de uma externa galhardia o prazer, o … Continuar lendo
Publicado em Amor, Ódio e Ignorância
Marcado com Amuros, demasiado humano, enganamor, Tomás Antônio Gonzaga, Traição
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