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Arquivo do mês: setembro 2011
Evocação do Recife (por Manuel Bandeira)
* Narração do próprio Manuel Bandeira “Recife Não a Veneza americana Não a Mauritsstad dos armadores das Índias Ocidentais Não o Recife dos Mascates Nem mesmo o Recife que aprendi a amar depois – Recife das revoluções libertárias Mas o … Continuar lendo
Publicado em Arquitetura, Belas Artes, Ec-sistire, Mundo, vasto mundo..., Poesia
Marcado com Evocação, Gente Morta, HellCife, Infâncias, Manuel Bandeira, Memórias, Poema Exaltação, Recife
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Balada das Três Mulheres do Sabonete Araxá (por Manuel Bandeira)
* Narração de Juca de Oliveira “As três mulheres do sabonete Araxá me invocam, me [bouleversam, me hipnotizam. Oh, as três mulheres do sabonete Araxá às 4 horas da tarde! O meu reino pelas três mulheres do sabonete Araxá! Que … Continuar lendo
Publicado em Amor, Ódio e Ignorância, Poesia
Marcado com Idealização, Manuel Bandeira, Mulheres, Ninfas, padeço e morro, Sabonete Araxá, Três Marias, Vivo
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Tristeza, riso, poesia
Não há vida feliz. Ao contrário do que as pessoas comuns vulgarmente repetem (que em todos os momentos da historia sempre se buscou a felicidade como objetivo maior de qualquer vida) a felicidade é uma construção recente: é moderna, filha … Continuar lendo
Publicado em (... LITURAS PRÓPRIAS ...), Amor, Ódio e Ignorância, Ec-sistire, Literatura, Mundo, vasto mundo...
Marcado com Amor, Amor fati, Dor, Epifanias, Felicidade, Ilusões, loucura e morte, Poesia, Tristeza
4 Comentários
O Herói Sujo
A echarpe e o chapéu coco seriam insuficientes, mas eram todo o arsenal de que Olia Ginsburg dispunha para lutar contra o inverno parisiense que naquele ano havia reinado rigoroso pelos domínios gauleses. Com estes atravessara a cidade em direção … Continuar lendo
Publicado em (... LITURAS PRÓPRIAS ...), Amor, Ódio e Ignorância, Cinema, Crônicas, Música
Marcado com Fusion, Gainsbourg, Jazz, Música, Paixão, Pathos, Pulsão de Morte, Vida, VidAmor
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Contra a foice do tempo é vão o combate
“Quando a hora dobra em triste e tardo toque E em noite horrenda vejo escoar-se o dia, Quando vejo esvair-se a violeta, ou que A prata a preta têmpora assedia; Quando vejo sem folha o tronco antigo Que ao rebanho … Continuar lendo
Publicado em Literatura, Passagem das Horas, Poesia, Tempo
Marcado com Abandono, Aniversário, Morte, Prole, Renovação, Shakespeare
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Atualização
Atualizado o post Monstrengo com a narrativa do poema por Paulo Autran. Confiram aqui.
Publicado em (... LITURAS PRÓPRIAS ...), Diário
Marcado com Atualização, Fernando Pessoa, Monstrengo
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Já que dura tão pouco a flor dos anos…
“Já Marília cruel, me não maltrata saber que usas comigo de cautelas, qu’inda te espero ver por causa delas, arrependida de ter sido ingrata Com o tempo, que tudo desbarata, teus olhos deixarão de ser estrelas; verás murchar no rosto … Continuar lendo
Publicado em Amor, Ódio e Ignorância, Literatura, Poesia
Marcado com Amoródio, Amuros, Basílio da Gama, Danos da Idade, Formosura, Marilia, Tempo, VidAmor
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Extinção
“Tenho a suspeita de que a espécie humana – a única – está prestes a extinguir-se e que a biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta”. Jorge Luis Borges
Notícias do Mundo (por Platão)
“- Como vai o mundo? – Destroi-se, senhor, porém continua crescendo!” (Platão)
Atualização
O post “Belo Belo” recebeu a atualização do áudio com a narração do poema feita pelo próprio Manuel Bandeira. Confiram aqui.
Publicado em (... LITURAS PRÓPRIAS ...)
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