Arquivo do mês: julho 2011

Considerações Sobre a Poiesis

“Me dêem algum céu em fogo, Neve em dia de verão. Me dêem vidas em jogo. Rastros de morte no chão. Amores com ousadia. Frisson de riscos de giz. Que eu faço uma poesia. Ué, já fiz.” (Millor Fernandes, Poemeu) Há na … Continue lendo

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Apelo aos Leitores deste Blog

Meu querido Mario Quintana, consolador de nossa milenar inquietação, acalma meu insaciável desejo de reformar os brotos de meu humilde roçado assegurando que texto algum está pronto ou acabado exceto em duas ocasiões igualmente acidentais: morte do autor e necessidade … Continue lendo

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O Terceiro Frio da Rússia

“- Te levo comigo”, disse Ribamar sob o frio implacável do inverno moscovita. Nevava fortemente sobre a capital e sob os enamorados se avolumava um pesado e branco manto de uma transparência alva que, em verdade, os iria enlutar. A … Continue lendo

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Inscrição para uma Lareira (por Mario Quintana)

“A vida é um incêndio: nela dançamos, salamandras mágicas Que importa restarem cinzas se a chama foi bela e alta? Em meio aos toros que desabam, cantemos a canção das chamas! Cantemos a canção da vida, na própria luz consumida…”

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Pequena Crônica Policial (por Mario Quintana)

“Jazia no chão, sem vida, E estava toda pintada! Nem a morte lhe emprestara A sua grave beleza… Com fria curiosidade, Vinha gente a espiar-lhe a cara, As fundas marcas da idade, Das canseiras, da bebida… Triste da mulher perdida … Continue lendo

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Recordações do “Caminho de Casa”

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Caminho de Casa

Sinto um ardor de amante pelo caminho que me leva à cidade onde nasci. Percorri tal caminho, transido de amor macio, durante as festas do Filho de Isabel – festa das fogueiras e luzes – em busca de alguma chama … Continue lendo

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Fragmento de Nova Antologia Poética (por Quintana)

“Oh! aquele menininho que dizia “Fessora, eu posso ir lá fora?” Mas apenas ficava um momento Bebendo o vento azul… Agora não preciso pedir licença a ninguém. Mesmo porque não existe paisagem lá fora: Somente cimento. O vento não mais … Continue lendo

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Poeminha Sentimental (por Mario Quintana)

“O meu amor, o meu amor, Maria É como um fio telegráfico da estrada Aonde vêm pousar as andorinhas… De vez em quando chega uma E canta (Não sei se as andorinhas cantam, mas vá lá!) Canta e vai-se embora … Continue lendo

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